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terça-feira, 16 de junho de 2026

Dia da Criança 2026, Teatro: "Sebastião, o caranguejo fora do mar"

 


     Oferta da Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de S. Teotónio


     Hoje, 8 de junho de 2026, foi um dia diferente porque fomos à ACRDZ ver um teatro que foi assim:

     Era uma vez um caranguejo chamado Sebastião. O Sebastião era um maestro e ele estava a preparar uma música para o aniversário da princesa.

    Mas a música estava sempre feia e o maestro Sebastião foi à procura de músicos novos para tocar.

     Pegou na sua mala e foi à procura de outros animais para tocar na orquestra. Procurou, procurou, até que encontrou um golfinho a a tocar violino.

     Eles discutiram e o golfinho disse que não queria entrar na orquestra.

    Depois encontrou um peixe que disse que também que não, mas ajudou o Sebastião a acalmar-se.

     Mais tarde encontrou mais dois animais, um polvo e uma lula espinhosa que o ajudaram a formar a orquestra.

Simão, 4.º ano 

     

Humaira


Manuel

Vitória

Pilar

Loïc

Anushka


terça-feira, 9 de junho de 2026

Uma Aventura Literária 2026, prémio especial...

      O Evan foi premiado com uma menção honrosa. Parabéns!

O texto que ele criou está no fim.



A Paz chegou

Era uma vez um grupo de crianças.
 Elas viviam debaixo de uma cidade.
 No grupo ninguém tinha pais,  o grupo não cumpria as regras e tinham espadas.
 O líder do grupo chamava-se Pedro.
 O grupo tinha mais de um milhão de crianças, cada um era um soldado.
 Mas quando alguém fazia quinze anos tinha de sair do grupo e ir para o mundo de cima.
 Um dia, as crianças estavam nos tubos da cidade quando ouviram um som.
 -AJUDA.
 -Vamos ver quem gritou - disse o general.
 Quando chegaram viram um soldado ferido.
 -O que aconteceu?-perguntou o general.
 -Foram os monstros do esgoto, eu matei todos mas um deles mordeu-me - disse o soldado.
 -Vamos buscar reforços -disse o general.
 Os monstros do esgoto são monstros pequenos; há biliões deles mas quando a rainha morre, todos morrem.
 Quando o general chegou com os reforços  não havia soldado nenhum.
 -O que podia ter acontecido?-perguntou  o general.
 Um pouco depois, eles ouviram um grito.
 -Deve ser o soldado -disse o general.
 Eles continuaram a marchar. Um pouco depois, chegaram a uma sala enorme. No meio estava o soldado.
 -Boa, mais comida!-disse uma voz.
 Era a rainha.
 Sem pensar, o general atirou a sua lança e a rainha caiu no chão morta. E exatamente ao mesmo tempo os outros monstros morreram.
 -Finalmente! A guerra acabou! Somos livres e podemos ir onde queremos!-disseram todos.

 Evan Horton

domingo, 10 de maio de 2026

Visita ao Badoca Park, vista por alunos do 1.º ano

 

Pilar Silva







Visita ao Badoca Park, vista pelos alunos do 4.º ano

 

Loïc, 4.º ano

Anushka, 4.º ano


     No dia 30 de abril fomos ao Badoca Park.

     Nós tínhamos de estar na escola às 8 horas da manhã.

     Quando o autocarro chegou, entrámos e sentámo-nos.

     Quando chegámos, saímos do autocarro, havia alunos do Cavaleiro e da Zambujeira do Mar. Entrámos no parque e vimos pavões soltos e todos comeram o lanche da manhã. Andámos até ao trator, entrámos e ele começou a andar.

     Na viagem, vimos: flamingos, girafas, lémures, hienas, zebras, búfalos... Quando acabámos a viagem, fomos ver os macacos, aves de rapina e cobras.

     Depois, comemos o almoço. Quando acabámos o almoço, fomos ver o espetáculo de aves.

     Pouco depois, comemos o lanche da tarde. Depois, entrámos no autocarro e voltámos para a Escola. Chegámos às cinco e meia da tarde.

     Eu gostei muito de ir ao Badoca Park.

Evan Horton, 4.º ano

Simão, 4.º ano

Alexandr, 4.º ano

     Dia 30 de abril, os alunos da Zambujeira e do Cavaleiro foram ao Badoca Prk com os professores.

     Saímos às bh 30 m entre 1h e 1h30m para chegarmos lá.

    Quando chegámos, fomos ao parque de merendas comer o lanche da manhã e depois fomos ao Safari. Vimos hienas, búfalos, zebras, girafas...

     Depois do Safari vimos pavões, araras...e fomos ao WC.

     De seguida, vimos flamingos e cobras. Depois fomos almoçar.

     Em seguida, fomos a dois espetáculos, um de répteis e outro de aves de rapina.

     Viémos embora e chegámos às 17h 30m.

Vicente Jacinto, 4.º ano

      

Manreet, 4.º ano



     

terça-feira, 5 de maio de 2026

Uma aventura Literária 2026, Texto original, Vicente, 4.º ano

 

Uma Aventura No Planeta Terra

            Esta história vai ser muito emocionante e divertida. Já se passou há muito tempo atrás. Passou-se exatamente ontem. Agora vamos começar!

            O Pedro e a Maria iam chamar o João para brincar.

            - Pedro, será que o João pode vir brincar? – perguntou a Maria.

            - Eu acho que pode - respondeu o Pedro.

            - João! João! João! - disseram os dois.

            - Sim, Maria. Sim, Pedro - respondeu o João.

- Queres vir brincar? - perguntou a Maria ao João.

- Não posso, já tinha combinado com a minha mãe passear pelo mundo. Querem vir connosco? - perguntou o João.

            -Sim! - disseram os dois juntos.

O primeiro sítio a que foram foi a Beja, ver o Castelo de Beja.

Cada vez que encontravam um lixinho punham as luvas, pegavam no saco de lixo e punham todo o lixo dentro do saco.

 Mas cada vez havia mais e mais lixo, por exemplo na Torre Eiffel , na Torre de Pisa, no Coliseu de Roma e em muitos mais sítios.

Até que chegaram à Montanha de Lixo, a montanha mais lixosa do mundo.

Eles fizeram a coisa mais impressionante do mundo: chamaram a empresa de lixo.

A montanha de lixo desapareceu e todo o lixo do mundo também.

 

Vicente Jacinto

Uma Aventura Literária 2026, Texto Original, Evan Horton, 4.º ano

 

A Paz chegou

Era uma vez um grupo de crianças.
 Elas viviam debaixo de uma cidade.
 No grupo ninguém tinha pais,  o grupo não cumpria as regras e tinham espadas.
 O líder do grupo chamava-se Pedro.
 O grupo tinha mais de um milhão de crianças, cada um era um soldado.
 Mas quando alguém fazia quinze anos tinha de sair do grupo e ir para o mundo de cima.
 Um dia, as crianças estavam nos tubos da cidade quando ouviram um som.
 -AJUDA.
 -Vamos ver quem gritou - disse o general.
 Quando chegaram viram um soldado ferido.
 -O que aconteceu?-perguntou o general.
 -Foram os monstros do esgoto, eu matei todos mas um deles mordeu-me - disse o soldado.
 -Vamos buscar reforços -disse o general.
 Os monstros do esgoto são monstros pequenos; há biliões deles mas quando a rainha morre, todos morrem.
 Quando o general chegou com os reforços  não havia soldado nenhum.
 -O que podia ter acontecido?-perguntou  o general.
 Um pouco depois, eles ouviram um grito.
 -Deve ser o soldado -disse o general.
 Eles continuaram a marchar. Um pouco depois, chegaram a uma sala enorme. No meio estava o soldado.
 -Boa, mais comida!-disse uma voz.
 Era a rainha.
 Sem pensar, o general atirou a sua lança e a rainha caiu no chão morta. E exatamente ao mesmo tempo os outros monstros morreram.
 -Finalmente! A guerra acabou! Somos livres e podemos ir onde queremos!-disseram todos.

 Evan Horton

Uma Aventura Literária 2026, Texto Original, Santiago, 4.º ano

                                                As lágrimas do reino

 

            Tudo começou há mil anos atrás, quando o mundo era governado pelos deuses Zonai e habitado pelos humanos. Tudo estava em equilíbrio.

            Mas um dia, o deus mais temido Guenandorf, veio à Terra e o mal começou e nunca mais parou.

Casas foram queimadas, castelos foram destruídos e muito mais.

            Só havia uma forma de acabar com isto! Os deuses tinham de escolher dois humanos para o matar.

            Procuraram em Akkala, Eldin, Hebra, Gerudo, Faron, Necluda e Lanaryu,mas nada.

            Um dia, lembraram-se que tinham ouvido falar que numa pequena e longínqua aldeia havia dois guerreiros do mar. Decidiram ir visitá-los à vila de Ishka.

Quando se reuniram, conversaram e fizeram um acordo.

O acordo foi o seguinte: Eles tinham de matar o Guenandorf e podiam juntar-se à União dos Reinos.

De madrugada, lavaram-se, vestiram-se e armaram-se com as suas melhores armas.

Partiram na sua demanda com a certeza nos olhos.

Épicas histórias terão para contar.

                   

PARA O REINO SALVAR E DEIXAR DE CHORAR

 

 

Santiago Jónatas